Com passagens por clubes de Portugal e Turquia, atacante fala sobre estreia na elite da Coreia do Sul

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da realsbet: O atacante Sandro Lima vai fazer a estreia na Liga K1, a primeira divisão da Coreia do Sul, em 2023. Com a camisa do Gwangju, o jogador, que se destacou no futebol europeu e agora vem buscando o seu espaço no continente asiático, fez uma projeção para esta temporada.O primeiro jogo do Gwangju no Campeonato Coreano será neste sábado contra o Suwon fora de casa. Para o paraense, de 32 anos, nascido em Belém, o campeonato será “totalmente diferente”.

continua após a publicidadeRelacionadasFutebol InternacionalManchester City tem dois desfalques de peso para encarar o Leipzig na ChampionsFutebol Internacional21/02/2023Fora de CampoKey Alves relata problema com companheiras de clube no BBB 23 e jogadora rebate: ‘Oi?’Fora de Campo21/02/2023Fora de CampoAdriano Imperador acredita na Inter de Milão e prevê hat-trick de Lukaku contra o PortoFora de Campo21/02/2023

da doce: – Com certeza vai ser mais difícil. Vamos enfrentar os times com mais qualidade e que tem jogadores da seleção do país. Vamos nos preparar bastante para fazer um grande campeonato – comentou Sandro Lima, que passou por clubes como Rio Ave e Gil Vicente, em Portugal, e antes de chegar ao Gwangju estava no Gençlerbirligi, da Turquia.

Sandro Lima chegou a Coreia do Sul já na reta final da Liga K2, que representa a Série B. Ele participou de 17 dos 40 jogos da equipe na competição, marcou sete gols e deu quatro assistências. No fim, o Gwangju subiu para a elite e levantou o troféu de campeão.

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– Representou muito essa conquista. Primeiro que ganhar títulos é sempre especial. Além disso, nós que somos estrangeiros ficamos valorizados demais no mercado coreano. Vamos em busca de mais – afirmou.

Na Coreia do Sul, o atacante está acompanhado da esposa e do filho. Apesar de estar há menos de um ano no país, Sandro Lima garante que a adaptação foi rápida. O brasileiro atua na Ásia pela segunda vez após em 2020 ter passado pelo Tianjin Teda, da China.

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– Foi tudo muito positivo. Pensei que ia ter dificuldades, mas por já ter passado por China e Turquia me ajudou bastante. A Coreia do Sul é totalmente diferente. Tem uma cultura e uma culinária diferentes, mas é um país maravilhoso para se viver com a família – finalizou.

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